Filosofia

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    O Pensamento Africano no Século XX, José Rivair Macedo (org.)

    Escrevem no livro: José Rivair Macedo (org.), Severino E. Ngoenha (prefácio); Gustavo de Andrade Durão, Roberto Jardim da Silva, Gabriel Ambrósio e Kassoum Diémé, Guilherme Machado Botelho, Muryatan Santana Barbosa e Thiago Clemêncio Sapede, Mathias Inacio Scherer, Gustavo Koszeniewiski Rolim, Walter Günther Rodrigues Lippold, José Carlos Gomes dos Anjos, Anselmo Panse Chizenga e Frederico Matos Alves Cabral, Adriano Moraes Migliavacca, José Rivair Macedo, Eduardo Felisberto Buanaissa. Durante os períodos da colonização europeia, descolonização e reorganização das sociedades africanas, ao longo dos séculos XIX-XX, diversos intelectuais nascidos na África apropriaram- -se de um vasto conjunto de referenciais teóricos, conceituais e metodológicos, empregando-os para expressar a posição de seus coetâneos em relação ao mundo. Paralelamente aos saberes...

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    O Sujeito Incômodo – o centro ausente da ontologia política, Slavoj Žižek

    Um espectro ronda a comunidade acadêmica ocidental, o espectro do sujeito cartesiano. Desconstrucionistas e habermasianos, cognitivistas e heideggerianos, feministas e obscurantistas (pós-)marxistas convergem em sua hostilidade contra ele. Seguramente uma das principais obras do filósofo esloveno Slavoj Žižek, O sujeito incômodo identifica o denominador comum de todas essas diferentes tendências do pensamento contemporâneo e lança a provocação: por trás do cogito ergo sum [penso, logo existo], o próprio sujeito cartesiano guarda o grau zero radical da política emancipatória, um núcleo subversivo capaz de fornecer um ponto de apoio indispensável para um novo projeto de esquerda. A partir de um intenso acerto de contas com a tradição anti-cartesiana, o filósofo esloveno desenvolve uma confrontação detalhada com algumas concepções contemporâneas do sujeito: a tentativa...

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    O Uso dos Corpos, Giorgio Agamben

    O aguardado volume final da série Homo sacer, a “maior saga filosófica do século XXI”, nas palavras de Christian Dunker Nesta obra de espantoso escopo teórico, Agamben reelabora e define as ideias e os conceitos que guiaram, ao longo de duas décadas, a pesquisa em um território inexplorado, cujas fronteiras coincidem com um novo uso dos corpos, da técnica e da paisagem. O conceito de ação é substituído pelo de uso; o de trabalho, pelo de inoperosidade; o de poder constituinte, pelo de uma potência destituinte. O filósofo italiano arremata as investigações arqueológicas dos oito volumes precedentes e encerra – ou, como prefere o autor, abandona – uma série que imprimiu nova direção ao...

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    Olho de vidro – Marcia Tiburi

    Filósofa e escritora, Marcia Tiburi mais numa vez inova ao analisar, filosoficamente, a televisão. Olho de vidro traz uma discussão sobre as relações entre pensamento reflexivo e imagem, a partir da oposição entre filosofia e televisão. Dividido em três partes, Olho, Tela e Distância — cada uma abordando uma característica do fenômeno televisivo como prática estética —, e com um glossário de termos ópticos, o Opticário, o livro finaliza com uma reflexão lúdica sobre o que está intrinsecamente envolvido nos atos que caracterizam uma sociedade visual. Em Olho de vidro, Marcia vai além de dissecar a problematização do ser visual. Ela aborda a formação da subjetividade do telespectador em tempos de aniquilação da figura...

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    Rua de mão única – Infância berlinense: 1900, Walter Benjamin

    Um livro-rua, um livro-cidade Rua de mão única é uma coletânea de aforismos e fragmentos em que Benjamin parte de temas pouco convencionais num livro de filosofia, como sonhos pessoais, cartazes, monumentos, praças, galerias, etc. Seu objetivo é bastante singular: criar uma filosofia a partir de observações sobre as ruas da cidade e sobre os caminhos da lembrança e do pensamento. Um “bazar filosófico”, como ponderou certa vez o filósofo e amigo Ernst Bloch. Infância berlinense: 1900 é o questionamento benjaminiano de suas próprias “lembranças encobridoras” (Freud). Benjamin transforma suas memórias de infância em objeto de análise histórico-social, procurando enfatizar duas coisas que não são típicas em livros de memórias: o quadro político da...

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