Vito vive! 

Hoje, 15 de janeiro de 2016, Vito Giannotti, um dos idealizadores da Livraria Antonio Gramsci, completaria 73 anos. Não poderíamos enviar esta edição do nosso Boletim sem prestar uma homenagem a esse grande lutador, professor e escritor. 

Vito continua vivo em seus livros, em cada aula que deu pelo Brasil afora, e em pequenos e grandes atos de luta e resistência, como a Ocupação Vito Giannotti, que começou na madrugada de hoje, no centro do Rio de Janeiro. 

Nós seguimos na luta diária inspirados por tudo que aprendemos com ele. E aprendemos principalmente a não desanimar jamais. 

Sigamos juntos!

A luta continua! 

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Tem promoção na Antonio Gramsci!

Companheiras e companheiros! Estamos com livros das coleções "Descobrindo o Brasil" e "Passo-a-passo", da Editora Zahar, por apenas R$ 4,90 cada!

Venha conferir! 


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As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen - Michel Lowy

K. – Relato de uma busca

Bernardo Kucinski

Cosac Naify

R$ 29,90

Aclamado pela crítica e finalista dos prêmios Portugal Telecom e São Paulo de Literatura de 2012, K. é relançado pela Cosac Naify, por ocasião da efeméride de cinquenta anos do Golpe Militar de 1964, com posfácio de Renato Lessa.

O romance de estreia do jornalista Bernardo Kucinski narra a história de um pai em busca da filha que desapareceu, como tantos outros, durante a ditadura no Brasil. A narrativa a um tempo enxuta e sensível de Kucinski é feita de capítulos quase independentes, apresentando vários ângulos de uma mesma história – a história da ausência e da impunidade.

 

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Lobotomia e Comunicação - André Lobão

Atendendo na guerra: dilemas médicos e jurídicos sobre o “crack”

Lucília Elias Lopes e Vera Malaguti Batista (org.)

Revan

R$32 

Esse livro pretende adentrar no front da guerra às drogas que insiste em dominar o nosso território há mais de quarenta anos. Introduzida pelo conservadorismo republicano estadunidense nos anos setenta, encontrou no ciclo de ditaduras civil-militares da América Latina um terreno fértil. Reciclou o inimigo interno, deslocando-o do subversivo para o traficante, propiciando as condições para uma escalada bélica que propiciou a ampliação dos sistemas formais de controle penal e militar para além do fim da guerra fria. Os autores dos textos são: Alexandre Moura Dumans; Bernardo Gama Cruz; Eduardo Passos; Francisco Inácio Bastos; Iacã Macerata; Maria Lucia Karam; Nilo Batista; Rafael Dias; Salo de Carvalho; Sandro Eduardo Rodrigues.

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O Negro no Brasil - Júlio José Chiavenato

Indignos de Vida

Revan

Orlando Zaccone

R$44.00

Este livrotrabalho desenvolvido no campo da Criminologia Crítica, descreve o processo seletivo das pessoas presas e condenadas pelas condutas descritas como tráfico de drogas, bem como a verdadeira função social exercida, no capitalismo tardio, por meio da declaração de guerra ao comércio dessas substâncias proibidas. Com fundamento nas teorias da reação social, que demonstram o processo de rotulação e etiquetamento dos candidatos pré-selecionados para responderem por esse delito, o trabalho apresenta as histórias revisionistas, que evidenciam a relação do sistema penal com a ordem econômica e social, descontruindo o discurso legitimante, que até hoje considera o Direito Penal como uma evolução da barbárie à civilização.

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Getúlio: 1882 - 1930, dos anos de formação à conquista do poder - Lira Neto

LUGAR NENHUM – Militares e civis na ocultação dos documentos da ditadura

Lucas Figueiredo

Cia. das Letras

R$34.90

Entre os incontáveis mistérios que cercam o período da ditadura civil-militar no Brasil (1964-85), a ocultação dos arquivos secretos da repressão é um dos mais controversos. Desde a volta da democracia, em 1985, sucessivas tentativas de abrir os arquivos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica foram feitas pelo Ministério Público e pela Justiça. Mas a resposta dos militares era sempre a mesma: foram destruídos e não há vestígio deles em nenhum setor das Forças Armadas. Nesta reportagem investigativa que inaugura a coleção Arquivos da Repressão no Brasil, Lucas Figueiredo mostra que não é bem assim. O jornalista teve acesso a um conjunto de microfilmes do Cenimar – o temido Centro de Informações da Marinha. O material foi examinado por peritos da Biblioteca Nacional, que atestaram sua autenticidade, e analisado por historiadores renomados, que foram unânimes quanto a sua importância.

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