Está chegando o 8 de março, dia de luta! 

O 8 de março está chegando! Para contar a história da origem do Dia Internacional da Mulher, comemorado nessa data, o NPC acabou de relançar a cartilha “A origem socialista do dia da mulher”. A versão bastante difundida é uma greve ocorrida em 1857 em Nova Iorque, quando teriam morrido 129 operárias queimadas vivas. No entanto, o material mostra que a data tem uma origem socialista, que remonta ao início do século 20 e foi apagada ao longo dos anos, principalmente durante o período da Guerra Fria. Inclusive o 8 de março foi fixado a partir de uma greve iniciada no dia 23 de fevereiro (calendário russo) de 1917, na Rússia. Uma manifestação organizada por tecelãs e costureiras de Petrogrado foi o estopim da primeira fase da Revolução Russa. Como escreveu Alexandra Kollontai, membro do Comitê Central do Partido Operário Social Democrata Russo, “nesse dia as mulheres russas levantaram a tocha da revolução”.

Para contar essa história estamos lançando essa cartilha. Ela é bastante didática, com ilustrações do cartunista Carlos Latuff e texto de Vito Giannotti e Claudia Santiago. Está à venda na Livraria Antonio Gramsci por R$ 10,00. Para garantir a sua, entre em contato conosco pelo e-mail livraria@piratininga.org.br.

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Lobotomia e Comunicação - André Lobão

A Nova Mulher e a Moral Sexual

Alexandra Kolontai

Expressão Popular 

R$ 18,00

Alexandra Kolontai foi uma das líderes da primeira revolução socialista. Os dois textos que publicamos refletem o aprendizado político e as conquistas da revolução na construção das novas relações de classe e gênero. Faz uma análise da situação da mulher na sociedade burguesa, comprimida por um código moral em que a propriedade privada era – e ainda é – prioridade, a ela tudo se sujeitando. E, a partir das conquistas da revolução, apresenta a necessidade da reorientação no comportamento do homem e da mulher, participantes da nova estrutura social que a revolução engendrou: um amor-companheiro, com direitos e responsabilidades iguais, com respeito à individualidade, com apoio mútuo.

Dois textos compõem esta obra:

– O primeiro (1918) apresenta uma crítica à situação da mulher na sociedade burguesa, comprimida por um código moral em que a propriedade privada era – e ainda é – prioridade, a ela tudo se sujeitando.

– O segundo (1921) trata da necessidade de uma reorientação no comportamento do homem e da mulher, partícipes da nova estrutura social que a revolução bolchevique engendrou.

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O Evangelho segundo Jesus Cristo - José Saramago

Feminismo e política

Flávia Biroli e Luis Felipe Miguel

Boitempo

R$ 34,00

Na teoria política produzida nas últimas décadas, a contribuição do feminismo se mostrou crucial. O debate sobre a posição das mulheres nas sociedades contemporâneas abriu portas para tematizar, questionar e complexificar as categorias centrais por meio das quais era pensado o universo da política, tais como as noções de indivíduo, de espaço público, de autonomia, de igualdade, de justiça e de democracia. Não é mais possível discutir a teoria política ignorando ou relegando às margens a teoria feminista, que, neste sentido, é um pensamento que parte das questões de gênero mas vai além delas, reorientando todos os nossos valores e critérios de análise.

O livro apresenta e discute as principais contribuições da teoria política feminista produzida a partir dos anos 1980. São apresentados os termos em que os debates se colocam dentro do próprio feminismo, mapeando as posições de diferentes autoras e correntes. O resultado é um panorama inédito da teoria política feminista atual, escrito de maneira a introduzir os leitores pouco familiarizados nas discussões, sem por isso reduzir sua complexidade.

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Mulher, estado e revolução

Wendy Goldman

Boitempo 

R$ 49,00

A Boitempo, em parceria com a Edições ISKRA, publica o premiado livro A Mulher, o Estado e a Revolução: política da família soviética e da vida social entre 1917 e 1936. Escrito por Wendy Goldman, historiadora e professora da Universidade Carnegie Mellon (EUA), especializada em estudos sobre a Rússia e a União Soviética, a obra ganhou o Berkshire Conference Book Award ao examinar as mudanças sociais pela qual passou a sociedade soviética nas duas primeiras décadas pós-revolução, com foco nas mulheres, e na relação que estabeleceram com o Estado revolucionário. O livro retrata as grandes experiências da libertação da mulher e do amor livre na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) depois da Revolução – e por que falharam, quando entrou em cena a burocracia stalinista.

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E não esqueça: amanhã, 24/02, tem lançamento na Antonio Gramsci! 

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