Livraria Antonio Gramsci

   11 de abril de 2014

 

Promoção na Antonio Gramsci! 

Ótima notícia! Recebemos diversos livros novos com desconto e usados super raros sobre cultura, teatro e cinema! Entre os novos estão Da literatura para o cinema (de R$44 por R$30), Jules e Jim (de R$59 por R$40) e Cinema Cubano – Revolução Política e Cultura (de R$65 por R$ 32,50). No sebo temos títulos como os Historiografia clássica do Cinema Brasileiro (R$15,00), Olhos não se compram – Wim Wenders e seus filmes (R$ 30) e A Personagem dramática (R$ 10), entre outros.

Não perca! Venha nos fazer uma visita e confira esse e vários outros livros!

A Livraria Antonio Gramsci funciona das 10h às 19h, na Rua Alcindo Guanabara, 17, na Cinelândia. Vendemos também pelo site http://livrariagramsci.com.br! 

As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen - Michel Lowy

Comunicação Sindical: limites, contradições e perspectivas

Ed. Universitária - UFPE 

Luiz Momesso

R$ 25,00 

Nova edição do livro Comunicação Sindical: limites, contradiçoões e perspectivas, lançado originalmente no meio dos anos 90. É resultado da experiência de Luiz Momesso como jornalista sindical e um desdobramento da sua tese de doutorado, e traz um estudo sobre o processo de profissionalização da comunicação sindical e suas implicações. O foco principal da obra é a relação da comunicação com o trabalho de organização da militância, tentando entender de um ponto de vista dialético. Continuando os ensinamentos da tradição marxista do século XX, Momesso vê a comunicação dos trabalhadores como arma necessária à sua afirmação como futura classe dirigente da nova sociedade. Segundo o autor, “Uma preocupação minha era mostrar que é possível o jornalista influenciar os diretores do sindicato. O jornalista tem que estar sintonizado com os diretores e entendendo que o trabalho dele não ser realiza sem a militância e o trabalho de “pé de ouvido”, como se chama na fábrica”. 

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O Negro no Brasil - Júlio José Chiavenato

Não se preocupe comigo

Primeira Pessoa

Marcelo Yuka

R$ 29,90 

Não se preocupe comigo é uma emocionante e sincera autobriografia do músico Marcelo Yuka, ex-integrante do grupo O Rappa. Em novembro de 2000, Yuka levou 8 tiros durante um assalto. A partir daí, ele precisou renascer. Perdeu a força para tocar bateria, a mobilidade das pernas e acabou sendo demitido da banda que ele próprio ajudou a criar. Precisou se reinventar como pessoa e se manteve em cena na música, nas artes e na política. Hoje Yuka é uma referência na luta por mais justiça social. “Nunca um relato biográfico foi feito tão de peito aberto. Nada aqui neste escrito está fora do tom. As metáforas de tão exatas são como se não existissem numa leitura menos atenta. O texto é um romance.”, testemunha o escrito Paulo Lins (autor de Cidade de Deus).

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Getúlio: 1882 - 1930, dos anos de formação à conquista do poder - Lira Neto

Os intérpretes do Brasil – clássicos, rebeldes e renegados

Boitempo

Lincolns Secco e Luiz Bernardo Pericás (orgs.)

R$ 58,00

Organizado pelos professores de História da USP Luiz Bernardo Pericás e Lincoln Secco, esse livro traça um panorama do pensamento crítico político-social brasileiro dos séculos XX e XXI. São ao todo 27 estudos e ensaios escritos pelos principais intérpretes da história e da cultura do Brasil. A seleção traz alguns pensadores já clássicos, mas em abordagens inovadoras, como Antonio Candido, Caio Prado Júnior, Celso Furtado, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, entre outros. Mas o destaque da obra é o fato de trazer para a luz outros teóricos que, à despeito de seu papel histórico, figuram entre os renegados e esquecidos do pensamento social brasileiro. Entre eles estão homens pioneiros como Octávio Brandão, Heitor Ferreira Lima, Astrojildo Pereira, Leôncio Basbaum, Rui Facó, Luís da Câmara Cascudo e Everardo Dias. Lançamento imperdível! 

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Lobotomia e Comunicação - André Lobão

Tamborzão: olhares sobre a criminalização do funk

Ed. Revan

R$ 32,00

Vários autores

Neste segundo volume da coleção “Criminologia de Cordel”, os autores discutem, sob vários aspectos, a criminalização dos chamados funks “proibidões”. O jurista Nilo Batista mostra como a expansão do punitivismo “se dá através do vigilantismo constitutivo do modelo penal neoliberal, esse poder abelhudo que incide histórica e seletivamente sobre os pobres do mundo em geral e sobre nossos MCs em especial”, como afirma a socióloga Vera Malagutti, no prefácio do livro. Também estão na obra algumas letras de proibidões. Os artigos são escritos por Adriana Facina, Carlos Palombini, Danilo Gymrot, Eduardo Baker, Gustavo Lopes (Mc Orelha), Nilo Batista, Rafael Borges, Thiago dos Santos (Mc Praga), Vera Malaguti Batista e JBatista. A organização é de Carlos Bruce Batista.

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livraria@piratininga.org.br

 

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